Como Alberto Continentino Constrói Linhas de Baixo Entre Jazz, Funk e Bossa

30 Views
Published
O acesso à profundidade tem um novo endereço. Ao se tornar membro, você viabiliza a independência intelectual deste programa. Considere isso, por favor.
Fã que apoia e incentiva
R$ 3,99
Selos de fidelidade
Emojis
Prioridade de resposta nos comentários

Fã de música
R$ 11,99
Acesso aos musicais do episódio
Benefícios dos níveis anteriores

Fãzaço de música
R$ 19,99
Pode fazer PERGUNTAS aos convidados no programa
Benefícios dos níveis anteriores

Neste corte do Música em 360, Alberto Continentino mostra como pensa o contrabaixo de forma muito mais profunda do que técnica pura.

A conversa passa por vários mundos que formam o seu vocabulário musical:

o baixo na bossa nova e na música brasileira
a influência do jazz e do walking bass
a construção de linhas no funk americano
a diferença entre improvisar e pensar como arranjador
timbre, release, intenção e encaixe
referências como Paulo Moura, James Jamerson e Paulo Russo

Mais do que falar de estilo, este trecho revela uma ideia central: uma boa linha de baixo não nasce só da mão — nasce da escuta, da harmonia e da função musical dentro do arranjo.

Para baixistas, músicos, produtores e para qualquer pessoa interessada em entender como o baixo realmente organiza a música.

Assista ao episódio completo no canal.

Música em 360
Feito por quem vive da música — pra quem vive a música.
Category
Funky